01 dezembro 2020

 O poeta não escreve sobre a razão

Como juiz de uma sentença entre amores.
Monsanto
Foto: Alina Sousa Vaz
Nos translúcidos argumentos da discórdia
O sentimento não a reconhece!
O amor padece...
A ligação envelhece ...
Mas o coração, esse...
Que nos comanda a alma,
Tem razões que a própria razão
Desconhece!
E o poeta na roda viva do Amor
Coloca-se ao seu dispor,
Pois só se torna grande se sofrer
Entre as mil razões de VIVER!

Pertenço ao que sinto...

Seria hipócrita, se assim não fosse!
Pertenço ao que sinto...
à amizade que me quer,
ao sorriso fácil da sinceridade,
ao toque de quem não quer nada em troca,
à verdade direta,
à valorização do crescimento,
à intensidade dos pequenos atos,
à mão dada que não me deixa ir!
Pertenço ao que sinto...
Seria hipócrita, se assim não fosse!
....
o resto é a vida que nos envolve...
A fantasia do julgamento
do desnorte da sociedade!

26 abril 2020


Sorri sempre com alma de criança!


Brinca sem medos a vida,
sempre que caias sem esperança!
Levanta-te sempre...
Perdoa-te sempre...
Porque a vida é a que levas pela mão,
Nos passeios do teu coração!


Não permitas que te desaventurem, 
No comando do teu barco em alto mar.
Encontra o farol,
Enche-te da luz do luar...
E navega..

Navega...
Até à terra que te pega na mão,
que te faz sentir o chão,
E te olha com emoção!

Procura a tua mudança,
mas sorri, sempre, com  alma de criança!

#alinasousavaz