01 dezembro 2020

 O poeta não escreve sobre a razão

Como juiz de uma sentença entre amores.
Monsanto
Foto: Alina Sousa Vaz
Nos translúcidos argumentos da discórdia
O sentimento não a reconhece!
O amor padece...
A ligação envelhece ...
Mas o coração, esse...
Que nos comanda a alma,
Tem razões que a própria razão
Desconhece!
E o poeta na roda viva do Amor
Coloca-se ao seu dispor,
Pois só se torna grande se sofrer
Entre as mil razões de VIVER!

Pertenço ao que sinto...

Seria hipócrita, se assim não fosse!
Pertenço ao que sinto...
à amizade que me quer,
ao sorriso fácil da sinceridade,
ao toque de quem não quer nada em troca,
à verdade direta,
à valorização do crescimento,
à intensidade dos pequenos atos,
à mão dada que não me deixa ir!
Pertenço ao que sinto...
Seria hipócrita, se assim não fosse!
....
o resto é a vida que nos envolve...
A fantasia do julgamento
do desnorte da sociedade!